De lá até aqui #20
Telas, telas e pecados
Já que voltei com a newsletter, volto também com o blog “De lá até aqui”, que serve não só pra resumir o que rolou desde a última publicação, como divulgação das minhas últimas artes. Aqui vocês também tem acesso ao que eu achei sobre o que li, ouvi, assisti… Mas lembrem que vão ter outros conteúdos por aqui, e, talvez você receba mais um e-mail mais tarde, ou amanhã, ou qualquer outro dia da semana. E caso a newsletter tenha ficado incompleta no e-mail, clica pra ler tudo, por favorzinho?
6/11 - Lancei um texto sobre não estar prevenida nem remediada. Publiquei uma tirinha sobre minha relação com telas. Também comecei uma pesquisa muito legal sobre a história da caricatura e da charge aqui no Brasil, que devo publicar por aqui em breve.
Nem prevenida, nem remediada
Eu geralmente faço uma grande compra de remédios a cada dois meses. E eu tomo muitos remédios. Diariamente são quatro comprimidos que prometem me ajudar com as dores da fibromialgia e da enxaqueca, com o transtorno misto ansioso depressivo e com as crises de insônia. E sempre tem aqueles antialérgicos, analgésicos e antiácidos que ficam na caixinha espe…
7/11 - Publiquei uma ilustração cuja ideia surgiu meses atrás. Eu estava dentro de um ônibus e vi uma moça na parada, com sua sombra projetada no chão. Não sei porque, mas na sombra ela parecia ter um rabinho, o que me deu a ideia de desenhar alguém comum, mas com sombra de “demônio”, representando pecados escondidos. Achei que a frase “all good people sin in scilence” fazia muito sentido com a imagem.
8/11 - Lancei uma tirinha que provavelmente foi a que mais atingiu pessoas em termos de identificação. Ouvi o álbum novo da Allie X e achei muito bom, mas não vi ninguém falando a respeito, então vou deixar aqui pra vocês ouvirem. Terminei de jogar a visual novel Slay The Princess, que é ótimo, mas me fez passar certas raivas porque se parecia muito com meus sonhos em loop.
![Esta imagem é da visual novel de terror psicológico Slay the Princess. A cena mostra um momento de alta tensão o jogador, aponta uma lâmina ensanguentada para a princesa acorrentada. Descrição da Cena: Personagens: A imagem é dominada pela figura da Princesa, que tem olhos grandes e expressivos e uma expressão de choque e súplica, com a boca ligeiramente aberta. Ela usa um vestido simples e está visivelmente perturbada. À direita, vê-se a mão de outra pessoa segurando uma faca com sangue na ponta, direcionada para ela. Diálogo e Escolhas: No canto superior esquerdo, há um balão de fala com o texto em inglês "WH-WHAT ARE YOU DOING?" (O-O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?). À direita, uma lista de opções de diálogo ou ação está disponível para o jogador, incluindo várias instâncias de "[Slay the Princess.]" (Mate a Princesa.) e uma opção "[Warn her]" (Avisá-la), refletindo a premissa central do jogo de escolhas morais complexas. Estilo Visual: A arte é desenhada à mão, em um estilo monocromático (preto, branco e tons de cinza) com um traço distinto e dramático, o que contribui para a atmosfera sombria e de terror do jogo. Esta imagem é da visual novel de terror psicológico Slay the Princess. A cena mostra um momento de alta tensão o jogador, aponta uma lâmina ensanguentada para a princesa acorrentada. Descrição da Cena: Personagens: A imagem é dominada pela figura da Princesa, que tem olhos grandes e expressivos e uma expressão de choque e súplica, com a boca ligeiramente aberta. Ela usa um vestido simples e está visivelmente perturbada. À direita, vê-se a mão de outra pessoa segurando uma faca com sangue na ponta, direcionada para ela. Diálogo e Escolhas: No canto superior esquerdo, há um balão de fala com o texto em inglês "WH-WHAT ARE YOU DOING?" (O-O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?). À direita, uma lista de opções de diálogo ou ação está disponível para o jogador, incluindo várias instâncias de "[Slay the Princess.]" (Mate a Princesa.) e uma opção "[Warn her]" (Avisá-la), refletindo a premissa central do jogo de escolhas morais complexas. Estilo Visual: A arte é desenhada à mão, em um estilo monocromático (preto, branco e tons de cinza) com um traço distinto e dramático, o que contribui para a atmosfera sombria e de terror do jogo.](https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!m3l2!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F2726321d-6098-4b2b-a06b-c2e36bc88dfa_1024x576.jpeg)
09/11 - Domingo. Não lembro de absolutamente nada que eu tenha feito além de passar raiva com o som alto dos vizinhos. Acho que fiz um pouco de tricô também.


10/11 - Paguei contas, organizei tarefas, planejei o almoço da semana, passei raiva com a falta d’água e tricotei um pouquinho. Ouvi o álbum novo da Rosalía que está um primor, este tive a impressão de ver mais gente falando sobre, e é merecido porque o som está muito bom mesmo.
11/11 - Fiz terapia e percebi que estou na minha crise de todo fim de ano. Terminei a peça de tricô que eu estava fazendo e transformei num quadro, que me lembrou uns quadros de tapeçaria que minha mãe fazia e ficavam na parede da minha casa quando eu era criança.
12/11 - Não será a primeira nem última vez que vou falar de luta livre por aqui, mas fica o aviso sobre breve texto sobre wrestling a seguir.
Nos últimos tempos, graças a Magdiel, eu tenho visto lutas da companhia AEW, concorrente direta da WWE, que tem lutas muito mais violentas e tem surpreendido bastante. Um dos eventos que eu mais gosto na WWE é o Survival Series War Games, onde duas equipes se enfrentam em dois ringues cercados por uma jaula. Porém, não estou muito no hype pro que vai acontecer este ano (este mês) por conta da previsibilidade das lutas.
Nesta quarta, porém aconteceu o evento Blood and Guts da AEW, quem tem o formato War Games e é bastante impactante. Teve bastante sangue, mesas quebradas, tachinhas, cacos de vidro, pregos, arame farpado, fogo… é, eu disse que era violento. Ainda estou tentando assimilar. Com certeza não é algo que se vê todos os dias, mas ainda não sei se gosto muito.
13/11 - Hoje saiu clipe novo de uma das minhas bandas favoritas, o Surfbort. O clipe tem uma pegada non-sense deliciosa e a música é muito boa também. Estou ansiosa pelo álbum.
Então é isso, perdão pelo texto um pouco maior, espero que gostem das artes que eu fiz e das indicações que eu trouxe. Obrigada por ler até aqui, deixo o apelo pra quem quiser/puder, clicar no linktree que eu deixo no fim do post e ver todas as formas de acompanhar e apoiar meu trabalho.
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